domingo, 1 de abril de 2012

Resenha de O Herói Perdido, Rick Riordan


 Boa noite, Galera!
 O Herói Perdido
Primeiramente, quero agradecer ao grande número de visitas aí pro Sagas Marcantes, me sinto muito honrado em ver que estão gostando das minhas resenhas e o trabalho que faço aqui no blog... E peço que se puderem deixar alguns comentários, ficarei ainda mais feliz!
Mas, agora vamos a resenha.
Herói Perdido não é o melhor trabalho de Rick Riordan, mas não posso desprezar o talento e o alto nível de criatividade desse maravilhoso autor que vem conquistando milhões de fãs pelo mundo nos últimos anos... Comparado com o tempo que demorava pra ler antigamente, em minha melhor época- Na qual era extremamente viciado em livros, ainda mais do que sou hoje- cheguei a demorar um pouco( Mais precisamente, três dias, se me lembro bem), porém, não foi porque achei o livro chato ou algo parecido, simplesmente pelo motivo de eu estar estudando bastante e estar fazendo um curso preparatório pro IME e estado com pouco tempo livre.
Deixando de lado fatos irrelevantes, vou finalmente dar minha opinião quanto o primeiro livro da série. Como eu comentei em outras resenhas, o que vou falar agora talvez seja por ultimamente eu não ter conseguido mergulhar nas histórias como fazia antes, mas, como os últimos livros que li, não achei aquela coisa que te prende do início ao fim. Maaas, é claro e nem tão novidade para todos os fãs que o estilo do Rick não deixa ninguém abandonar o livro antes de terminá-lo ou simplesmente demorar no máximo uma semana para lê-lo.
O destaque do livro foi a narrativa, que melhorou demais comparado com os da série Percy Jackson e os Olimpianos( Não que a desta seja ruim, só que um pouco infantil e demonstra a falta de experiência do Riordan, mas é inevitável comparações) É claro que Percy, Annabeth- aparece muito pouco e não tem grande importância nas missões dos novos personagens- e Grover fazem muita falta, mas o ideal é esquecer, ou tentar, porque o desenrolar dos fatos não deixa isso acontecer, dos antigos heróis e focar nos inéditos, que não deixam a desejar e cumprem com eficiência surpreendente seus papéis na história.
Minha impressão inicial era que o autor quisesse com O Herói Perdido apenas prolongar o sucesso da saga anterior. Não mudo de opinião, só que agora que conheço o livro a fundo, consegui fazer uma análise mais profunda e vejo que realmente este tem um belo enredo, boas cenas de luta e ótimas revelações ao longo do livro. Rick consegue fazer dos Heróis do Olimpo uma série independente, e ao mesmo tempo entrelaçada com a outra, o que torna tudo muito interessante.
Só tenho uma pequena crítica quanto ao romance de Jason e Piper, que enrolou, enrolou e não foi desenvolvido muito bem. E a personalidade de ambos personagens mencionados também ficou no zero a zero, não arrancando emoção ou suspiros do leitor. Mas são detalhes que não interferem ou atrapalham na minha opinião sobre o livro e creio que serão devidamente consertados na continuação, O Filho de Netuno.
Meu personagem favorito foi Léo Valdez, talvez por ser meu xará(Não pelo sobrenome né, rs) ou também pelo fato de que me identifiquei bastante com ele.( E nem porque ele é filho de um deus ou tem poderes sobre o fogo e muito hábil com máquinas, ou qualquer coisa parecida), sem falar que ele participou ou foi responsável pela melhores passagens da história, com seu bom humor, imaginação e rapidez para resolver os problemas. Thalia também teve boa participação, mas apareceu pouco e achei até melhor para não misturar muito PJ&O e Os Heróis do Olimpo, se é isso que isso é possível depois do maravilhoso final do livro.
E antes que me esqueça de falar sobre o último capítulo, vou resumi-lo em apenas uma palavra: Perfeito. Nada melhor do que a revelação feita sobre os ''inimigos'' do Acampamento Meio-Sangue nas últimas páginas. Foi o que definitivamente me deixou MUITO ansioso para O Filho de Netuno, e se prestaram atenção no que eu escrevi, vão relacionar o nome do novo livro com os acontecimentos que mencionei...
Enfim, extremamente recomendado para quem procura uma história leve, descontraída e de leitura muito ágil e muito envolvente( Eu sei que disse lá em cima que não me prendeu como os outros livros, mas isso apenas comparado com os da PJ&O). Fora a inclusão de parte da mitologia romana, que deu um toque muito especial para o livro.

Nota 8. Terminei dia 23\03\2012.

Sinopse - O Herói Perdido - Os Heróis do Olimpo - Livro Um - Rick Riordan Depois de salvar o Olimpo do maligno titã Cronos, Percy Jackson e seus amigos trabalharam duro para reconstruir seu mais querido refúgio, o Acampamento Meio-Sangue. É lá que a próxima geração de semideuses terá de se preparar para enfrentar uma nova e aterrorizante profecia. Uma mensagem que pode se referir a qualquer um deles: "Sete meios-sangues responderão ao chamado. Em tempestade ou fogo, o mundo terá acabado. Um juramento a manter com um alento final, E inimigos com armas às Portas da Morte afinal." Os campistas seguirão firmes na inevitável jornada, mas, para sobreviver, precisarão contar com a ajuda de alguns heróis, digamos, um pouco mais experientes — semideuses dos quais todos já ouvimos falar... e muito.

P.s: Esta foi minha última postagem no blog, estou abandonando o Sagas Marcantes.


P.S 2: Heeeeeeeeey mentirinha básica de primeiro de abril, uhuhu feliz resto do dia da mentira pra todo mundo!
Por Leonardo Vieira

domingo, 25 de março de 2012

As Terras Devastadas- A Torre Negra, Stephen King



  Depois de ter abandonado o livro uma vez, novamente pela minha costumeira crítica de que a série foi feita exclusivamente para ser épica, algo grande e inesquecível- O que a torna bem chata em determinadas passagens- resolvi incluí-lo na minha meta esse ano.( Na verdade, duas. Uma é para ler 40 livros esse ano, mesmo sem tempo nenhum e a outra para acabar com todos os livros abandonados ou que compõe uma pilha de livros que ocupam minha estante sem nem atrair minha atenção. Resumindo, eliminar o estoque)
  Apesar de eu ter, digamos, uma memória péssima e não lembrar quase de nada- Ou em determinados casos, nada mesmo!- dos livros que li a anos ou meses atrás, resolvi retomar a leitura de onde parei e não começar tudo de novo como fiz com Mapa dos Ossos e Senhor dos Anéis. Não foi uma tarefa difícil lembrar do início da história.
 Não posso dizer que esse livro é melhor do que o segundo,- fica mais ou menos empatado- mas comparado com o primeiro sem dúvidas esse é ótimo! Não tem detalhes excessivos e demonstra que a narrativa do autor evolui cada vez mais para atrair o leitor. Posso confirmar isso principalmente na parte em que o Jake e o gray vão andando pelos becos... Os cenários e os personagens são descritos muito bem, pois não tive muitos problemas em imaginá-los, o que geralmente acontece, e o que gostei mais: Os principais personagens são carismáticos, calculistas e imprevisíveis. Um completa o outro: Roland, Jake, Eddie, Susannah... Os vilões então, nem se fala!
 Não me decepcionou, não me surpreendeu, mas gostei das Terras Devastadas. Vale a pena ler o terceiro livro da série A Torre Negra. E pra completar, Stpehen King ainda fez questão de deixar um enorme gostinho de quero mais no final da história e alguns capítulos antes de Blaine, quando surgiu um personagem muito misterioso e inusitado. Não devo ler as continuações tão cedo, mas mesmo assim to ansioso pra saber o que o autor bolou pros próximos quatro livros. Ah, estava quase me esquecendo de falar de um adorável animalzinho: Oi! E é justamente essas duas palavras que ele repete quase todas as páginas em que aparece, dando outro ar ao livro, mais real e mais emotivo.

Terminado em fevereiro. dia 15 de fevereiro. Nota 7,0 -> Resenha por Leonardo Vieira.

Sinopse: O Terceiro volume da saga "A Torre Negra", Roland, o último pistoleiro, se aproxima ainda mais da Torre Negra de seus sonhos e pesadelos - Atravessando um deserto amaldiçoado em um mundo macabro que é uma imagem distorcida do nosso próprio mundo.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Projeto Música Literária 4- Raul Seixas

Raul Santos Seixas (Salvador, 28 de junho de 1945 — São Paulo, 21 de agosto de 1989) foi um famoso cantor e compositor brasileiro, frequentemente considerado um dos pioneiros do rock brasileiro. Também foi produtor musical da CBS durante sua estada no Rio de Janeiro, e por vezes é chamado de "Pai do Rock Brasileiro" e "Maluco Beleza".

''Ninguém morre. As pessoas despertam do sonho da vida.''

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Dragões do Crepúsculo do Outono- Weis Hickman(Série Dragonlance)


Eu pensava que o livro era somente para aqueles viciados em RPG, mas como eu adoro livros medievais(Depois da fantástica experiência com os primeiros três livros de Eragon) decidi seguir em frente. O último livro comprado na Bienal por mim que faltava ser lido. E creio que posso dizer que este correspondeu as expectativas. Nada fora do esperado. Nada ALÉM do esperado.
 Vocês devem achar que eu sempre vejo milhões de coisas ruins em todos os livros- de acordo com o que minhas resenhas dizem- mas talvez eu tenha me expressado errado. Tudo tem defeitos e tudo tem qualidades, por isso gosto de ressaltar esses dois lados para que o próprio autor possa melhorar, com críticas construtivas, e o próprio leitor possa refinar suas críticas literárias. Mas afinal... Quem sou eu para tal coisa? Apenas um blogueiro jovem, estudante e que lê muito. Mas que já tem uma opinião em crescente formação sobre como um bom livro deve ser. Eu venho arrastando meu livro durante muito tempo- preguiça, talvez, ou apenas falta de inspiração- então não sou um bom exemplo para aqueles que já o terminaram ou que estão ao menos próximo disso, porém nada me impede de expor minha opinião para os que desejam conhecê-la.

   Ok, falei, falei e não disse nada. Palavras um pouco alteradas de nosso antigo, mas muito presente filósofo Sócrates. Apenas um parágrafo a parte. Enfim...
   Dragões do Crepúsculo do Outono é uma ótima história, tenho certeza disso. Quem diga o contrário têm que possuir um ótimo argumento para me convencer. Tá bom que eu tive dificuldade em imaginar o físico dos personagens, mas eles foram impressionantes e apenas a personalidade de cada um conseguiu me conquistar. Rastilin e seu jeito sombrio, debochado, terrivelmente frio, mas que no fundooooooo tem um bom coração. Caramon, divertido, cheio de piadas nos piores momentos e sua fome presente até a última página do livro.
Tanis, líder do grupo, confiante e sempre tomando as decisões certas. A falta de dedução e inteligência dele em algumas cenas me irritou , mas creio que isso seja normal- ou NECESSÁRIO- para deixar o livro com uma boa dose de emoção.
 Eu achei interessante o romance entre os bárbaros das planícies, e ao meu ver um romance tem que ser muito mais que só interessante. Se eles se beijaram uma vez no livro todo foi muito... Pareceu aquele amor frio, sabem? Mas as discussões me pareceram muito reais.
 Mas o MELHOR do livro foi de longe a dupla-comédia Flint e Tas. Se não fossem as confusões que esses dois se metiam durante o livro todo, com a chegada do velho mago Fizban na metade do livro, e as divertidas discussões ao longo das páginas e dos cenários cada vez mais tenebrosos, eu diria que DCA foi sem sal. Mas, felizmente, o autor teve criatividade suficiente( Corrigindo, muita criatividade) para dar mais vida ao livro e tornar todas as lutas e personagens extremamente reais. Tanto que eu imaginava tudo na minha frente, como um filme ou seriado, e como disse em alguma das minhas outras resenhas, tenho imensa dificuldade para tal. E quando Tas e Fizban, já no final, estavam escapando de uma tal criatura( Sem spoilers) e acabaram desencadeando uma série de fatos que mudaram toda a história do próximo livro, juro que fiquei cheio de adrenalina e ansioso para saber o que viria a seguir. Essa é a melhor cena em toda a história. Pra vocês, fica a curiosidade para ler e descobrir do que eu estou falando. hahaha
 Eu nunca fui muito ligado no desenho Caverna do Dragão( Para ser sincero nunca vi), mesmo assim toda vez que pegava o DCO para ler eu lembrava dessa animação. Qualquer dia vou tentar desvendar a questão.
 Terminando, recomendadíssimo. Ponto negativo só no drama que foi fraco. Então, NOTA 9.

Série Dragonlance- Volume 1.
Autores: Margaret Weis e Tracy Hickman
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Sinopse oficial:

Uma lenda fascinante e imaginativa escrita pela mais popular autora de fantasia desde J.R.R Tolkien. Criaturas lendárias, os dragões retornaram a Krynn. Agora, as sombras da guerra ameaçam engolir o mundo. Então, a esperança surge. ? um cajado de cristal azul nas mãos de Lua Dourada, uma bela bárbara. Essa promessa de salvação força um grupo de velhos amigos a se unirem no improvável papel de heróis: Tanis, o Meio Elfo, seu líder e um guerreiro habilidoso que odeia lutar e que é atormentado pelo amor de duas mulheres; Sturm Montante Luzente, de Solamnia, levado a restaurar a honra dos cavaleiros; Raistlin Majere, o poderoso e irrequieto mago, cujos olhos no formato de uma ampulheta escondem mistérios sombrios; Caramon, o irmão gêmeo de Raistlin, um gigante amado e temido por seu irmão; Flint Forjardente, o anão guerreiro mal humorado,que é quase um pai para eles; e Tasselhoff Pés Ligeiros, um kender, a inconveniente raça de Krynn, imunes ao medo e perseguidos por problemas aonde quer que vão. Esses são os personagens de Dragões do Crepúsculo de Outono, que dão vida ao fantástico mundo de Krynn, uma terra em que milhões de leitores gostarão de retornar várias vezes.